
Dados do Ministério da Previdência Social indicam que os aportes ocorreram entre outubro de 2023 e dezembro de 2024 e envolveram fundos responsáveis por garantir o pagamento de benefícios previdenciários a servidores públicos estaduais e municipais. O maior volume de recursos partiu do Rio de Janeiro, com cerca de R$ 970 milhões, seguido pelo Amapá, que investiu aproximadamente R$ 400 milhões. Outros estados e municípios também aparecem na lista, com valores que variam de R$ 1,2 milhão a quase R$ 100 milhões.
Com a liquidação do Banco Master, os recursos aplicados não serão cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que assegura apenas investimentos de até R$ 250 mil por pessoa física. Os valores investidos pelos fundos previdenciários passarão a integrar a massa de credores do banco, o que pode comprometer o ressarcimento integral. As investigações seguem em andamento para apurar responsabilidades e eventuais danos ao erário.